quinta-feira, novembro 23, 2017

O eterno problema da arbitragem!

Sem rei (nem dinastia) a arbitragem é um problema quase insolúvel em qualquer comunidade política. Acrescentei ‘dinastia’ para percebermos como é importante que a sucessão esteja predeterminada evitando partidarizar os sucessíveis. Por outro lado, e não menos importante, porque representa o vínculo de continuidade histórica da comunidade em questão.

Em Portugal o problema passa do quase insolúvel para o insolúvel mesmo! Veja-se o que aconteceu (e acontece) com os reguladores, seja na banca seja noutras actividades, completamente incapazes de regular seja o que for. Veja-se a formação desta aliança de governo que acabou por defraudar os eleitores! E veja-se agora (e sempre) o problema dos árbitros*de futebol sobre quem recaem fortes suspeitas de parcialidade em favor deste ou daquele competidor!

Aliás este exemplo do futebol deveria fazer-nos pensar sobre o estado a que chegámos! E a conclusão só pode ser esta: - um país que não consegue organizar um campeonato de futebol sem batota, imagine-se o resto! E está dito quase tudo. Falta o quase. E o quase representa uma pergunta que começa a ser feita de forma generalizada em diversos sectores de opinião: - onde fomos (ou vamos) nós buscar esta aptidão para a trapaça, para a mentira, que não respeita nada nem ninguém?! Um tema a desenvolver.


Saudações monárquicas


*Os árbitros neste jogo são soldados, os generais estão obviamente na rectaguarda.

3 comentários:

Anónimo disse...

Isso de emblemas, a Águia (Embora prefira a que deu origem ao nosso Dragão, a Serpe Real alada nacional - que Garrett fez a Rainha D. Maria II dar ao Porto também) nada tema a ver com a revolução francesa - que é um símbolo de Impérios e até "conservador" - Os Estados Unidos é que vão busca-la a Roma e Napoleão Bonaparte, na ideia de simbolizar um Império em novos moldes de direitos adquiridos de cidadania da revolução (mas mais conservadores), faz o mesmo, depois, em 1805, relativamente a Roma (para significar Império). Curiosamente, as cores dominantes na Era Manuelina (e até depois com D. João II e D. Sebastião (nestes já era mais só o carmesim), eram o vermelho e branco de D. Manuel, bandeiras e listas bi-colores que dominavam as bandeiras nas Armadas da Índia, com a esfera armilar ao centro- Além das bandeiras a bordo, reforçadas pela mesma tonalidade das Cruzes de Cristo nas velas e em outros estandartes. Aliás devia ser uma das razões dessa adopção como cores do Rei, já que ele era o primeiro Rei Grão Mestre da Ordem. Da Internacional Socialista é que não eram de certeza ahahah.

Pedro Sousa disse...

O CDS, à semelhança da partiocracia lusitana, é uma coisa divertida. As derivas Europeístas e Patrióticas em sentidos inversos são ironias interessantes, mas naturais, das próprias posições (e isso já não é tão cómico e é até interessante). Faz todo o sentido que a maioria seja do Benfica. A candidata Assunção Christas saudou uma vez só os grandes clubes nacionais sediados em Lisboa (o que deu polémica) - Sporting, e Lisboa e Benfica - mas estava municipalizada, por isso natural então. Também defendeu milhões em estações de metro que sabia que era completa fantasia - e se aplivácel, derivaria em bancarrota e desinvestimento total fora da região de Lisboa (no resto do país). Agora vai ter que se descentralizar novamente, como o Super-Homem que volta a ser Clark Kent (não sei o que dirá, quando for confrontada com o que defendeu). E para além disso, são todos tidos como "betos" e "bem" (Bem-fica). Se bem que as "claques" da luz não são muito isso, há que admitir.

Pedro Sousa disse...

Tinha escrito aqui, transladei para o post certo.