Depois do miserável resultado nas eleições autárquicas a geringonça não sobreviveu ao orçamento. Costa bem tentou mas caiu com estrondo e a sua invenção morreu sem deixar saudades. Excepto obviamente ao PS. Com ela o PS engordou, tomou conta de tudo e mais alguma coisa, enquanto os seus companheiros de viagem iam emagrecendo ao ponto de não terem energia nem forças para aprovar um sétimo orçamento! Com efeito, o Bloco quase desapareceu nas autárquicas e o PCP ainda quer durar um bom par de anos, nem que seja no museu da história.
Assim o chumbo consumou-se quase sem surpresas e o quase ficou a dever-se às habituais manobras de bastidores com origem em Belém. Não interessa voltar a esse assunto embora o futuro dos portugueses dependa muito da possibilidade de haver um bom candidato a primeiro ministro no PSD, logicamente o partido que poderá ganhar as próximas eleições.
Já o afirmei, esse candidato só pode ser o actual líder Rui Rio. Não vejo outro estadista neste momento. É o único a quem eu entregava a carteira (e a bazuca) sem receio de ser enganado. E sem receio que enganasse o país.
Saudações monárquicas








